sábado, 23 de abril de 2016

guerra é guerra
não há tempo
para trégua
ininterruptamente
avança a destruição
a usina do lucro
e do enlatado

mas não há tempo
para a vida vazia
não há tempo
para o silêncio complacente
há milhares de cabeças rolando
e aqueles que as decepam
poucos estão pensando

na poesia, há os que acreditam
e se escondem nas trincheiras
bradam: - não há por que desistir
a guerra continua
acredite ou não
sempre haverá fogo
na linha de frente

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